X

Esta página web usa cookies
Este sitio web utiliza cookies para que usted tenga la mejor experiencia de usuario. Si está conforme con ello, pulse ACEPTAR. Si no lo hace, es posible que la página web no cargue todas sus funcionalidades. Para más información, puede consultar nuestra política de cookies pinchando en el enlace.

Aceptar
herpes-vaginal

Herpes vaginal: sintomas, causas e tratamento

29 de Agosto de 2026

O herpes vaginal é uma infeção sexualmente transmissível (IST) comum causada pelo vírus herpes simplex (VHS). Este vírus pode apresentar-se sob dois tipos: o VHS-1, que normalmente causa herpes labial, e o VHS-2, que é o principal responsável pelo herpes genital. A infeção é crónica, uma vez que o vírus permanece no organismo durante toda a vida e pode ser reativado em determinados momentos, causando novos surtos. De seguida, explicamos tudo o que precisas de saber sobre o herpes vaginal, desde os seus sintomas até à forma como pode ser tratado e prevenido.

Quais são os sintomas do herpes vaginal?

Muitas pessoas não apresentam sintomas de herpes vaginal ou têm sintomas tão ligeiros que passam despercebidos. No entanto, quando se manifestam, os sintomas podem incluir:

  • Bolhas dolorosas na zona genital ou anal, que eventualmente rebentam e dão origem a úlceras.
  • Comichão ou ardor na zona vaginal, que pode começar mesmo antes do aparecimento das bolhas.
  • Dor ao urinar caso as úlceras estejam próximas da uretra.
  • Corrimento vaginal invulgar, embora este sintoma seja menos comum.
  • Sintomas semelhantes aos da gripe, como febre, dor de cabeça e gânglios inflamados, especialmente durante o primeiro surto de herpes.

Os sintomas de herpes vaginal costumam surgir entre 2 e 12 dias após a exposição ao vírus. O primeiro surto tende a ser o mais intenso e pode durar várias semanas, enquanto os surtos seguintes tendem a ser menos graves e a durar menos tempo.

Como se vê o herpes vaginal?

É comum procurar informação sobre como se vê o herpes vaginal para identificar possíveis sintomas. De seguida, apresentamos uma descrição detalhada do que podes observar:

O herpes vaginal manifesta-se inicialmente através de pequenas bolhas ou borbulhas na zona genital, à volta dos lábios vaginais ou perto da entrada da vagina. Estas bolhas podem ser vermelhas ou transparentes e, com o tempo, rebentar, formando úlceras abertas que podem ser dolorosas. As úlceras costumam cicatrizar numa ou duas semanas sem deixar cicatrizes, mas podem reaparecer em surtos posteriores.

Se notares algo semelhante no teu corpo, é importante não entrar em pânico, mas deves consultar um profissional de saúde para obter um diagnóstico adequado, uma vez que outras condições podem causar sintomas semelhantes.

Como se transmite o herpes vaginal?

O herpes vaginal é transmitido principalmente através do contacto sexual, ou seja vaginal, anal ou oral, com uma pessoa infetada. É importante saber que o herpes pode ser transmitido mesmo quando não existem sintomas visíveis, devido à libertação assintomática do vírus. Isto significa que o vírus pode estar ativo e ser contagioso na pele sem provocar sintomas visíveis.

Alguns fatores que aumentam o risco de transmissão incluem:

  • Ter relações sexuais sem proteção.
  • Ter múltiplos parceiros sexuais.
  • Manter relações sexuais com alguém que tenha um surto ativo de herpes (bolhas ou úlceras visíveis).

O uso de preservativos reduz o risco de transmissão, embora não o elimine completamente, uma vez que o vírus pode estar presente em zonas da pele não cobertas pelo preservativo.

Porque aparece o herpes vaginal?

O herpes vaginal é causado pelo vírus herpes simplex (VHS), que, uma vez presente no organismo, se instala no sistema nervoso e permanece num estado latente. Isto significa que o vírus não é eliminado do organismo e pode ser reativado em determinados momentos devido a fatores desencadeantes como:

  • Stress físico ou emocional.
  • Febre ou infeções (como uma constipação comum).
  • Alterações hormonais (como o ciclo menstrual).
  • Exposição solar ou lesões na pele da zona afetada.

Cada pessoa tem diferentes fatores desencadeantes e a frequência dos surtos varia. Algumas pessoas têm surtos recorrentes, enquanto outras os experienciam ocasionalmente ou até apenas uma vez.

herpes-vaginal

Como se diagnostica o herpes vaginal?

Para diagnosticar o herpes vaginal, o médico geralmente realiza um exame físico e pode recolher uma amostra da zona afetada para realizar uma cultura viral ou um teste de reação em cadeia da polimerase (PCR), que permite detetar o ADN do vírus. Existem também análises ao sangue que podem identificar anticorpos específicos do vírus herpes, indicando uma infeção passada ou atual, embora não permitam determinar se o vírus está ativo nesse momento.

Tratamento para o herpes vaginal

O herpes vaginal não tem cura, mas existem tratamentos antivirais que ajudam a reduzir a duração e a intensidade dos surtos, bem como a diminuir a frequência das recorrências. Alguns dos medicamentos mais utilizados incluem:

  • Aciclovir.
  • Valaciclovir.
  • Famciclovir.

Estes antivirais podem ser utilizados de duas formas:

  • Tratamento episódico: São tomados no início de um surto para reduzir a sua duração e aliviar os sintomas.
  • Tratamento supressivo: Em pessoas com surtos frequentes, pode ser recomendado um tratamento diário para reduzir a frequência e a intensidade dos surtos, bem como o risco de transmissão.

Para além do tratamento médico, alguns cuidados podem ajudar a aliviar os sintomas, incluindo:

  • Manter a zona afetada limpa e seca.
  • Usar roupa interior de algodão para reduzir a irritação.
  • Evitar tocar ou coçar as lesões para prevenir uma possível sobreinfeção.

Como prevenir o herpes vaginal?

A prevenção do herpes vaginal passa principalmente por reduzir o risco de transmissão durante o contacto sexual. Algumas recomendações incluem:

  • Usar preservativos de forma consistente e correta.
  • Evitar o contacto sexual durante os surtos de herpes, quando o vírus é mais contagioso.
  • Falar com o parceiro ou parceira sobre o herpes, uma vez que uma comunicação aberta ajuda a tomar decisões informadas sobre as relações sexuais.
  • Considerar o tratamento supressivo para pessoas com surtos recorrentes que pretendam reduzir o risco de transmissão ao parceiro ou parceira.

herpes-vaginal

Perguntas frequentes

Como curar o herpes vaginal?

Atualmente, o herpes vaginal não tem cura definitiva. No entanto, os medicamentos antivirais ajudam a controlar os sintomas e a reduzir a frequência dos surtos.

O que é o herpes vaginal?

É uma infeção sexualmente transmissível causada pelo vírus herpes simplex (VHS), que pode provocar bolhas e úlceras dolorosas na zona genital.

Porque aparece o herpes vaginal?

O herpes vaginal surge devido a uma infeção pelo vírus herpes simplex. Este vírus permanece no organismo num estado latente e pode ser reativado em períodos de stress ou devido a outros fatores desencadeantes.

Como se vê o herpes vaginal?

O herpes vaginal manifesta-se através de bolhas ou úlceras abertas na zona genital, que podem ser dolorosas e costumam cicatrizar numa ou duas semanas.

Consulta um profissional de saúde

Se apresentares sintomas de herpes vaginal ou tiveres dúvidas sobre a prevenção e o tratamento, recomendamos que consultes um profissional de saúde. Um médico ou especialista em saúde sexual pode fornecer-te um diagnóstico adequado e indicar as opções de tratamento que melhor se adaptam às tuas necessidades.

Segue-nos-no-instagram-Easydona-redes

Conhece o processo de doação de óvulos em Faro!

Partilha se gostaste!

 

Queres mais informações sobre doação de óvulos?

Este sitio está protegido por reCAPTCHA y Google Política de privacidad y Términos de servicio.

Referências

  • Herpes genital – Mayo Clinic: Informações detalhadas sobre os sintomas, causas e tratamento do herpes genital.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS): Herpes genital: Informações globais sobre o herpes e as respetivas estatísticas.
  • MedlinePlus – Herpes genital: Recurso fiável para doentes sobre o herpes genital e o seu tratamento.

Partilhar

personalidade-sexual

Qual é a minha personalidade sexual?

A sexualidade abrange comportamentos, emoções, ideias, sensações, cultura, identidade e até bem-estar psicológico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a sexualidade é um aspeto

Informe-se sem compromisso!

Os campos obrigatórios estão assinalados com um *
Este website está protegido por reCAPTCHA e pela Política de privacidade e Termos de serviço do Google.

Informe-se sem compromisso!

Os campos obrigatórios estão assinalados com um *
Este website está protegido por reCAPTCHA e pela Política de privacidade e Termos de serviço do Google.