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Na Easydona informamos e apoiamos-te durante todo o processo de doação.
Mais de 5.000 dadoras já confiaram nas nossas assessoras!

Terás uma breve entrevista presencial com uma psicóloga clínica da Next Fertility para avaliar os teus antecedentes de saúde, seguida de uma avaliação clínica.

Na clínica serão realizados alguns exames (cariótipo, teste genético, análise de sangue, ecografia e exame ginecológico) para confirmar que estás apta a doar.

Assim que tivermos a confirmação de que estás apta para iniciar o processo, começarás o tratamento de estimulação ovárica antes da doação. A sua duração máxima é de 12 dias.

Após a estimulação, realizaremos a punção folicular, através da qual obteremos os ovócitos diretamente do ovário. Estarás sedada durante o procedimento, que dura cerca de 20 minutos.

Após a punção, a equipa da clínica fará um acompanhamento para verificar como estás fisicamente; as psicólogas clínicas também avaliarão a tua recuperação do ponto de vista emocional.
Não é necessária cirurgia nem incisões para retirar os óvulos. O procedimento é realizado por ecografia e geralmente dura cerca de 15-20 minutos. Um anestesista administrará uma sedação leve, de modo que não tenhas nenhum movimento involuntário. Com a sedação estarás adormecida durante o procedimento e não sentirás qualquer desconforto.
Além disso, não é necessário permaneceres internada, pelo que poderás voltar para casa no mesmo dia da punção.
Tal como acontece com as tuas atividades diárias, sejam sociais, profissionais ou académicas, podes continuar a tua vida sexual durante o processo de doação de óvulos. No entanto, é importante seguir algumas recomendações, como o uso de métodos contracetivos de barreira, como o preservativo. Isto é fundamental devido à elevada fertilidade durante este período. A equipa clínica irá fornecer-te orientação constante a este respeito. Em casos excecionais, se for necessária a abstenção temporária de relações sexuais, isso será comunicado de forma clara.
De acordo com o Despacho nº 3192/2017, a lei portuguesa estabelece que a dádiva de óvulos é um ato voluntário, altruísta, informado e não anónimo. Isto significa que não existe pagamento pela doação. No entanto, a legislação prevê a possibilidade de uma compensação destinada apenas a cobrir despesas e incómodos relacionados com o processo, nunca como forma de remuneração.
O objetivo principal é ajudar outras mulheres a concretizar o sonho de ser mãe, sempre com acompanhamento médico especializado.